“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.” Rubem Alves
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Work
Eu devo ser demasiado crédulo em relação às pessoas que me rodeiam.Fui informado que um determinado colega, pede a outros para me ligarem para o telemóvel da empresa a colocar questões relacionadas com a forma como eu executo o meu trabalho. Até este ponto, tirando o facto que o dito colega poderia ser frontal e colocar as questões directamente, está tudo bem. O grave da questão surge quando me vêm informar que é pedido (quase exigido) às pessoas que me telefonam, que coloquem o aparelho em alta-voz, para que todos ouçam e sem que me seja dado conhecimento do facto.
A este acto pode ser atribuído uma serie de nomes feios tais como … esparrela, armadilha, ardil, logro, artimanha, etc, etc. Consequentemente ao que acabei de dizer a pessoa instigadora de tal acto pode ser chamado de trapaceiro, trafulha, intrujão, etc.
Nem vale a pena falar na escassez da ética profissional … apenas digo que é uma pena que as coisas tenham de se desenvolver segundo estes maus princípios.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Mudança
Agora percebo melhor o significado da expressão “com a casa às costas”, já foi à alguns dias atrás mas as minhas costas ainda se queixam.As tão esperadas mudanças finalmente realizaram-se, foram tardias mas acabaram por acontecer. O dia não foi fácil mas a troca por um espaço de qualidade superior, superou a fadiga física e deu um novo alento à alma.
Agora as meninas já têm o seu espaço, só é pena que eu apenas tire partido dele em dois dos sete dias da semana. No entanto a esperança de inverter o tempo de usufruto ainda existe.
Ainda vou conseguir tirar partido desse novo espaço e dos dois seres que lá habitam, que eu amo e são parte de mim.
Espera-se que a mudança de habitação também proporcione uma mudança de vida … para melhor é claro.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O lamentável caso das escutas
Do Sr. Presidente da Republica era esperada uma declaração clara e isenta que deslindasse aquilo que realmente sucedeu. Em vez disso, fugiu ao essencial da questão e ainda lançou mais “achas para a fogueira”, continuando a promover a discórdia e a dúvida com o único intuito de desculpabilizar a sua casa civil.- Sr Presidente, para a próxima talvez seja melhor presentear os portugueses com o seu habitual silêncio.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Sufrágios
Deixo aqui a minha concordâcia plena com as palavras de José Miguel Judice.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Discurso politico
ANTES DA POSSE
Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
(Basta ler o mesmo texto, DE BAIXO PARA CIMA)
.
(autor não identificado)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Kandinsky
"Transverse Line, 1923"Compreendo as pinturas apresentadas?
Posso apenas dizer-vos que gosto. O que eu vejo faz-me sentir bem, dá-me uma sensação de leveza e de equilíbrio colorido. (ponto final)
Se eu expressasse aqui a minha própria interpretação, estaria a ser levado na contra-corrente da ideia fundamental do Abstraccionismo que é a “Não Interpretação”.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Deixo-vos apenas o artigo nº 1, de um lote de 30. Se este for cumprido, também todos os outro o serão.
Artigo 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/tidhuniversais/cidh-dudh.html
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Vazio de ideias
Hoje nada me ocorre senão meras frases em bruto, por lapidar, transparentes e não manipuladas.
Sem ideias, sem saber que fim dar à caneta, resolvi somente pressionar as teclas deste velho teclado. Sem o pré-recurso do “Word” nem do seu apêndice “corrector ortográfico” tento postar algo com o mínimo de nexo … talvez em vão…. Talvez saia daqui algo parecido com nada.
È simplesmente o mórbido vazio que se insurge. Pelos vistos hoje é o dia da ressurreição do buraco negro que habita naquele diminuto pedacinho do meu cérebro, pela ausência de ideias ainda que lacónicas, pelo quase-vazio.
O nada, é uma quase viuvez à qual se sucede o luto cerebral.
O meu alento está no credo da vinda de um novo Big Bang de ideias.
Por agora é tudo … ou melhor … um quase-nada.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Diversão?
Estará a minha percepção da palavra “Divertimento” errada?
Vêm-se frequentemente seres de uma tenra faixa etária a emborcar enormes quantidades de espirituosos líquidos e afins derivados da cevada fermentada. Para estes indivíduos o constante degradante estado ébrio é sinónimo de pura diversão.
Para mim, um perfeito estado de divertimento deverá ser vivido e apreciado em plena comunhão com os meus sentidos, com sobriedade suficiente para jamais esquecer e dessa forma, aproveitá-los e vivê-los em absoluto.
Para além disso eu exijo a mim próprio conservar todo o controlo sobre a minha própria mente e sobre o meu corpo.
Ou..... Talvez a minha pessoa esteja um tanto ou quanto envelhecida e não acompanhou nem se actualizou relativamente ao passar dos tempos.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Um paradoxo: O Tempo da Vida
De que nos serve o tempo? Não andaremos nós, ínfimos seres, demasiado preocupados com o tempo… com a duração das coisas?Tudo é contado… trabalhamos 8 horas (era bom que fossem apenas 8), acordamos às 7:00, estamos no trabalho às 8:00, almoçamos às 12:30 para depois regressar ao trabalho às 14:00… jantamos às 20:00… etc, etc .
Deparamo-nos constantemente com frases/lamentos relacionadas com o tempo do género: “Esta vida são dois dias”, “Se eu fosse mais novo”…
Será o tempo insuficiente para que um determinado Ser comungue (na verdadeira acepção da palavra) com a vida?
A Vida só pode ser considerada demasiado curta se a classificar como estando condenada à guilhotina do tempo. As limitações temporais da vida só o serão na realidade se, no nosso pragmatismo desmedido, nos pusermos a contar.
Nós, grotescos e ridículos seres, não compreendemos a verdadeira essência da vida. O Tempo é um desnecessário instrumento de medida e completamente inútil no que se refere ao verdadeiro sentido da palavra VIVER.
De que me serve ter um registo do que a vida me levou? Uma das principais faculdades do tempo é limitar as possibilidades da vida.
A minha realidade intuitiva leva-me a crer que nada do que é verdadeiramente relevante, que acontece presentemente e me torna num entusiasta amante da vida, tem a ver com o tempo.
A essência, aquilo que me torna vivo … o partilhar do riso contagiante de uma criança, o afagar do cabelo e a carícia na pele da pessoa amada, a incrível beleza das coisas simples… nada disto pode ser contabilizado em horas ou minutos. As coisas verdadeiramente importantes, aquelas que fazem emergir a nossa felicidade, sucedem-se como se o tempo não existisse.
A felicidade recusa qualquer conexão do tempo com a vida.
Eu assumo aqui e agora, o meu máximo desejo em libertar-me das correntes que me prendem a estes dois ignóbeis pesos: o tempo e as tarefas que a sociedade insiste em me impor. As tarefas que nos são impostas ou exigidas são, indubitavelmente, a repulsa do perfeito.
O acto de viver não pode, de forma alguma, ser considerado uma tarefa. O resplandecer da lua cheia, o nascer do sol ou o canto da cotovia ouvido pela manhã, não podem ser tarefas, apenas existem de uma forma bela, simples e intemporal.
A perfeição reside na preservação da liberdade de todas as coisas… de todos os seres, sem exigências contundentes, numa quietude repousante, tal como o alvo seixo que permanece no fundo das águas cristalinas de um rio … intocável, seguro de si e com a sua inata e elementar beleza.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Os fins justificam os meios?
Quanto a mim, é errado pensar que quando movimentamos os meios para atingir um determinado fim apenas este último é importante, não podemos de forma alguma considerar os meios como algo irrelevante e desprovido de qualquer valor. Se o nosso propósito for atingir o topo de uma montanha, isso não significa que o queiramos fazer de qualquer maneira. Queremos escalar a montanha, esforçarmo-nos por superar as rochas escarpadas, combater as tempestades de neve, parar a meio e observar a paisagem e o horizonte, etc. Ao termos o desejo de escalar a montanha, queremos atingir o nosso objectivo como deve ser.
Um qualquer feito mede-se não somente pelos resultados, mas também pelo modo como são conseguidos. Não seria para mim interessante ser simplesmente colocado por um helicóptero no topo da montanha.
terça-feira, 21 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Michael Jackson Morreu
In Publico
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Já presenciei …
- O mais belo Pôr-do-sol subitamente ofuscado por negras nuvens …
- A extinguidas labaredas da vida de entes que me eram queridos …
- A caóticas mas acertadas manifestações populares …
- Á coragem Mater de alguém que dizia não a ter …
- Ao nascimento da mais perfeita flor …
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