terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Em 2010 Lisboa esteve no "Top10" da arte urbana mundial.

 

 
Arte urbana na Avenida Fontes Pereira de Melo. 
Graffitis da autoria dos Gémeos Blu e Sam3.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Aveiro

 
Canon EOS 500D
F-stop F/22
Tempo de exposição 3seg.
ISO 400
Distância focal 35mm

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Monsanto - a aldeia mais portuguesa de Portugal

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Um local mágico, labiríntico e acolhedor que vale a pena visitar.

   
 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Em modo de espera


Mil sois se puseram sem que viesses
Inúmeros suspiros, enlaçados em negrura, surgiram do azul
Palpitações cinzentas brotaram da neblina densa que a alma não esquece
A dor no peito tende a desaparecer, tudo porque o que foi se desvanece
No final, heis que emerge o cálido vazio que alguém não quer sentir
O vazio é nada para quem tudo quer…
… para quem te quer e ainda espera
... para quem te espera

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Boca do Inferno


Entrada da boca do Inferno - Costa Oeste da vila de Cascais

O nome "Boca do Inferno" atribuído a este local deve-se à analogia morfológica e ao tremendo e assustador impacto das vagas que aí se fazem sentir

A Lenda

"Segundo se diz, há muito tempo atrás, existia num local, hoje chamado Cascais, um castelo, onde vivia um terrível feiticeiro. Um dia, ele decidiu casar-se e escolheu para noiva a mais bela mulher das redondezas, através da sua lâmina de cristal de rocha. Quando a trouxeram até si, ficou impressionado porque ela era ainda mais bela do que parecia. Cheio de ciúme, e com medo de a perder, decidiu fechá-la numa torre alta, escolhendo para seu guardião o seu cavaleiro mais fiel. Este, cheio de curiosidade, decidiu um dia subir até à torre para ver que prisioneiro era aquele que guardava há tanto tempo . Quando abriu a porta, ficou fascinado com tamanha formosura. Foi aí que começou a visitar a jovem, nascendo dali um grande amor. Decidiram, então, fugir juntos e, montados num cavalo branco, cavalgaram pelos rochedos junto ao mar. Esqueceram-se, apenas que...a magia do feiticeiro permitiu-lhe ver tudo! Assim, cheio de raiva, ele criou uma tal tempestade que fez com que os rochedos por onde os namorados caminhavam se abrissem, como uma enorme boca infernal, que os engoliu para sempre. O buraco nunca mais fechou e começou a chamar-se, popularmente, a Boca do Inferno."

Ainda em relação à nomeação do novo Secretário de Estado do Empreendedorismo e a outros que tais, permitam-me o seguinte desabafo:


As minhas respeitosas saudações a todos quantos nos enganam.
É um jeito inato que os leva a isso, nascem para esse efeito
À falta de melhor arte e muitos deles não possuindo um qualquer outro saber,
engendram enredos enganosos que cegam os submissos da sua dependência. 
Os mais altos cargos foram feitos para eles, os “pódios” inventados às suas medidas,
as fitas inaugurais só estão aptas às suas tesouras,
as leis só eles sabem manipular, porque foram criadas na sua forja…
usam e abusam do poder, 
fazem deles o que a nós pertence
são políticos, altos dignitários, dirigentes, diretores … filhos de maquiavel 
Manuseiam as emoções dos outros…seus vassalos, 
não isentos, por usarem e abusarem de um poder que lhes foi concedido por nós, são cruéis para com os outros.
Manifesto, por fim, a pena que eu tenho desses seres desventurados
Pois usam a crueldade como arma de arrojo… apenas para esconder.
Eles só não sabem é que o ato de ser cruel
não passa de um impulso pavloviano que esconde a vergonha e medo de não voltarem a ser amados!
Fica aqui a minha prestação homenageante a todos quantos nos enganam
…por ser unicamente PENA aquilo que eu sinto!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Memórias de incerteza

Sentou-se defronte à janela do destino, sentiu que devia agir mas não o fez … o medo do amanhã impediu-o e obstruiu a parte cerebral que o leva a agir. A palavra “futuro” pode ter um efeito entorpecedor quando coadjuvado com as incertezas que lhe são inerentes. Pesando as (más) convicções das memórias passadas com as indeterminações futuras, o resultado final terá certamente algo a ver com a palavra “medo”, palavra nefasta que lhe congela a acção, afastando-o para um lugar distante, para algo como … “não-realização”. Percebeu afinal que o aconchego do medo pode ser muito apelativo se algo, para além dele, não fora ainda sentido. Ao contemplar, o horizonte azul da indefinição, ele apreendeu que a inacção é aliada da incerteza e que uma batalha com esta, só pode ser vencida pelo simples acto de agir. Hoje, quando age, sabe que o futuro continua incerto mas já controla uma ínfima parte do seu, ainda longo, percurso.

(texto, ainda, em desacordo com o acordo ortográfico… porque as palavras parecem mais bonitas quando escritas como antes)

sábado, 10 de dezembro de 2011

Assassinato arbóreo

Um dos magistrais Carvalhos da Senhora do Desterro – São Romão foi vítima de assassinato com a conivência dos órgãos do poder e dos que gerem o nosso património arbóreo (se é que alguém o gere). O magnífico e secular exemplar Carvalho-Alvarinho (Quercus robur), localizado junto ao café desta povoação, foi selvaticamente subjugado ao roncar abrupto das motosserras, deixando sob o lugar da sua esplendorosa e imponente ramagem, um resquício de tronco convertido num miserável banco de madeira. Obviamente que as autoridades que permitiram esta atrocidade, se confrontadas com a questão, alegarão que a árvore em causa comprometia a segurança dos utentes da via (não é o que respondem sempre?) … que diabo, por um dos ramos se ter partido durante uma noite de ventania será razão para cortar terminantemente uma árvore, que em conjunto com as restantes do seu género, possui um importância singular para o património desta terra?
Por aqui me fico … reservando para mim o direito à indignação e na esperança que outras crueldades do género não sejam cometidas.

domingo, 20 de novembro de 2011

Quietudes incertas

Surgiu finalmente a desejada obscuridade que me apazigua no final do dia. Não sabendo o quê, porquê ou para quem, senti a irresistível tentação que me leva a pegar na velha caneta e me incita a escrever, não sei o que irá sair daqui… talvez pouco ou um quase nada. Há certos actos, quase involuntários, que nos levam a fazer coisas como que a saciar uma fome ou provocar uma acalmia de uma ressaca pseudo-criativa que à muito não é expelida… e talvez o “agora” ainda não seja a hora…
Hoje dá-me para isto… fujo aos canais noticiosos que, de dia para dia, sustentam e reforçam a ideia de uma triste e acelerada putrescência que assola a pátria que me viu nascer e, com sorte, também verá perecer. Fujo igualmente aos “big brother’s” da actualidade, que me deprimem e impelem num declínio crescente em relação ao futuro do meu país. É dado circo aos que gritam por pão e os arquétipos usados, pela jovem massa que terá de levantar a pátria, são hoje distorcidos, decadentes e sem valores, o que me leva a sublinhar a incerteza actual na revivescência nacional.

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domingo, 6 de novembro de 2011

Afectos de validade infinita

Nunca antes a palavra amor foi tão sinceramente pronunciada.
Dedico toda a minha vida, e sacrificá-la-ei se necessário for, à felicidade daquele pequeno Ser que é sangue do meu sangue.
Adoro-te filha.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O frasco de maionese e o café

"Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...
Lembre-se do frasco de maionese e do café.

Um professor, durante a sua aula de filosofía sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA
A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes:
como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas
que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia representa
as pequenas coisas.
'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf.
O mesmo acontece com a vida'.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos,
Arranje tempo para ir ao medico,
Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,
Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos
Pratique o seu desporto ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

Autor desconhecido - Texto retirado do Forum da univ-ab.pt

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Alguém disse: .”… oãçaroc o em-oid”

Eu afirmo:
oâN !edop esse é mu oãgró euq oãn iussop oãçagil a mu ametsis osovren euq enoislupmi a rod …. zevlaT ajes od .?xarót
(Este é um simples manifesto em jeito de reinação. Quem o disse, tem noção do que disse e em consciência muito própria -leia-se original- do que quis transmitir)
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segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril 1974



Tendo em conta que me considero um cidadão do mundo nunca fui dado a grandes patriotismos mas considero que o presente estado da nação só poderá ser remediado se houver uma união nacional em prol do nosso país.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Belezas da nossa terra

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Nocturno - Srª do Desterro - São Romão
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quinta-feira, 10 de março de 2011

Estrela ... beleza com alma




Paisagens simples mas dignas de registo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Workshop de fotografia – Fotonature

(fotografia cedida por Luis Afonso)
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Uns são já especialistas na matéria, outros de nível intermédio e ainda outros (como eu) num nível iniciado mas com muita aspiração a ascender a um nível superior de conhecimento. Formámos um grupo distinto de pessoas, cada um diferente do outro mas unidos por uma única paixão … a fotografia.
Por vezes, uma paixão como essa transporta-nos a lugares incríveis e faz-nos ultrapassar os limites que impomos a nós próprios. Este foi um desses casos, onde a exigência física e o cansaço psíquico se tornaram condições secundárias em prol dos conhecimentos adquiridos e a vontade suprema de deslindar o motivo e a paisagem “perfeita”. “Beber”da naturalidade do panorama encontrado para posteriormente congelar esse momento, era a nossa prioridade.
No final é que nos apercebemos do espírito de entreajuda que existiu, da clareza dos ensinamentos que nos foram transmitidos e da simpatia de todas as pessoas envolvidas. Por ter ficado com a certeza que cada uma destas experiências é diferente da outra, resta-me apenas a vontade de um dia voltar … e será para breve, se a conciliação das datas o permitir.
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